Cresci achando que trabalharia com arte de alguma forma, tocava violino e dançava jazz na infância. Cheguei a tentar a faculdade de artes antes de cursar psicologia, mas acredito que não ter passado e mudado o rumo para a psicologia foi a melhor das opções, hoje gosto muito de trabalhar com a psicologia analítica e a arteterapia. Sinto que a artista em mim pode não depender do financeiro para se expressar, além de auxiliar outras pessoas a desenvolver a própria criatividade e utiliza-la como ferramenta de autoconhecimento e auto-organização interna.